sábado, 18 de junho de 2016

Dica de vídeos para bebês assistirem - Turma da Mônica

Bebê Bom, com 3 meses, já começou a assistir vídeos do Youtube. Percebi que ele olhava meu celular quando eu mexia e prestava atenção de verdade! Por isso decidi começar a mostrar vídeos que, dependendo do momento, o ajudam a se distrair, se acalmar, ou servem como estímulo e ajudam a desenvolver a linguagem.
 
Pensei em pesquisar "vídeo para bebê", "vídeos para crianças de 0 a 5 anos", etc, mas acabei lembrando de algo que eu mesma gosto, e que tinha certeza de que meu bebê iria gostar. O canal que tenho visitado é o da Turma da Mônica, onde você encontra vídeos para todas as idades - para bebês assistirem, crianças e por que não, para adultos também! Confesso que até a mamãe aqui se diverte. Turma da Mônica me lembra minha infância :)
 
Lá tem animações com histórias da turminha (em torno de 7 minutos), incluindo Mônica, Chico Bento e Penadinho. Além destes, tem também os vídeos fofíssimos da Mônica Toy (em torno de 40 segundos). Tem também os episódios do CineGibi, com mais de uma hora de duração. São todos muito legais.
 
Segue abaixo uma playlist do Canal, devidamente aprovado por Bebê Bom. Ele assiste a todos os episódios com a maior atenção!


quarta-feira, 23 de março de 2016

Trocador de fraldas para quarto do bebê


trocador; fraldas; quarto; fraldário; fralda; quarto de bebê; bebê; enxoval

O trocador de fraldas é um item muito importante do enxoval do bebê.

O primeiro ponto que tentamos pensar na hora de comprar um trocador foi a segurança do bebê. O trocador que escolhemos tem abas laterais mais altas do que o centro, para reduzir a probabilidade do bebê rolar para o lado e cair no chão. Já devem ter tido tantos acidentes do gênero, que a indústria aprendeu a lição e criou este design.

Outro ponto é que além das abas, o nosso trocador de fraldas tem um cinto de segurança. Este pode ser usado para prender o bebê, quando ele já estiver mais espertinho e mais forte. Enquanto é recém-nascido, ele não tem tanta força nem se move tanto, mas depois de alguns meses, ninguém segura - mas o cinto vai segurar. Algumas pessoas podem pensar que vão conseguir ficar de olho no bebê o tempo todo, enquanto estão preparando a troca da fralda ou da roupa. Na prática, não é simples assim: é muito comum faltar um item, ou a lixeira não estar no lugar certo, ou então a água esfriar... Daí a tendência da pessoa que está cuidando do bebê, nesse momento, seria deixar o bebê no trocador. Eu tento me policiar para nunca deixá-lo sozinho. Mesmo que eu esteja no quarto e olhando para ele, ele pode se mexer tão rápido, que eu não teria tempo para segurá-lo.

Outro item importante do trocador (que veio no kit que compramos) é uma capa impermeável. O bebê fica em cima dela, e se ele decide fazer xixi, a capa protege o trocador. Daí posso apoiar o bebê sem medo de molhar o enchimento interno do trocador - a capa impermeável não deixa o xixi entrar em contato com o resto.

Ele fica no quarto do bebê, ao lado do berço, sobre um móvel de três prateleiras e em uma altura confortável para o papai e a mamãe.


Sobre os outros itens que ficam no fraldário do quarto do bebê, ao lado do trocador, visite: Fraldário para quarto de bebê

Fraldário para quarto de bebê

trocador; fraldas; quarto; fraldário; fralda; quarto de bebê; bebê;

O que é o fraldário? É o espaço para a troca de fraldas do bebê! Neste post, vamos mostrar dicas e ideias de como montar o fraldário do quarto do seu bebê e como fizemos o nosso.

Quando estávamos planejando este espaço, escolhemos montar o fraldário em um móvel de três prateleiras, com a mais alta em uma altura confortável para trocarmos as fraldas e darmos banho no bebê sem precisar nos abaixar e esforçar a coluna. 
  
O trocador, onde colocamos o bebê para a troca de fraldas, fica normalmente nesta prateleira mais alta. Na hora do banho colocamos a banheira em seu lugar.


Ao lado do trocador, deixamos sempre de prontidão e ao alcance da mão (para não deixar o bebê solto):
  • caixinha com mais ou menos 6 fraldas; 
  • potinho com discos de algodão (soltam menos fiapo que as bolinhas de algodão - sem contar que ficar despedaçando algodão com uma mão, enquanto segura bebê com a outra não é muito prático);
  • garrafa térmica com água quente;
  • copo com um pouco de água (temperatura ambiente) - na hora de limpar o bebê, jogamos a água quente da garrafa térmica neste copo para ficar quentinha e nela molhamos o algodão;
  • pomada para evitar assadura - passamos a cada troca de fraldas;
  • lencinho umedecido, para limpar a pele (às vezes usamos algodão com água e às vezes este lencinho);
  • potinho com cotonetes - para limpar nariz, ouvidos etc;
  • potinho com um rolo de papel higiênico;
  • em cima de tudo, um móbile, que foi uma exigência do bebê bom a partir dos 2 meses e meio;
  • e no chão, uma lixeira de pedal, que abre com facilidade, para jogarmos fora a fralda e os itens que usamos para limpeza. 

Além destes itens citados acima, usamos quando o bebê era recém-nascido, antes de cair o umbigo:
  • álcool 70;
  • gaze (não usamos estéril), para secar de leve a pele do bebê e para não deixar descer álcool 70 para a genitália. 

E acima do trocador, colocamos um móbile, pois Bebê Bom, aos 2 meses e pouco, começou a ter necessidade de uma distração enquanto trocávamos suas fraldas e sua roupinha.


O trocador é um item muito simples, mas tão importante que merece uma postagem só para ele. Leia mais aqui: Trocador de fraldas para quarto do bebê

terça-feira, 22 de março de 2016

Como criar filhos bilíngues

Como criar filhos bilíngues
 
Mesmo sabendo que o nosso bebê ainda não entende exatamente o que estamos falando, nós sempre procuramos estimular uma educação bilíngue com ele. Consideramos muito importante ensinar inglês ao seu filho - ou outras línguas além do português, começando o mais cedo possível.
 
E como ensinar inglês aos seus filhos? A conversa entre mim e o papai é geralmente em português, pois é a nossa primeira língua, então o inglês não é muito natural. Ainda assim, nos forçamos para estimular o bebê a ser bilíngue. O que procuramos fazer sempre que possível é:
  • conversar com o bebê em inglês;
  • falar frases, expressões ou diálogos inteiros em inglês entre nós quando o bebê está por perto;
  • cantar em inglês músicas para bebês - músicas de banho, de dormir etc (pesquise no Youtube), 
  • cantar em inglês músicas para adultos - quando não sabemos a letra, ligamos o rádio e cantamos junto, só para tentarmos enfatizar o tom e divisão de palavras em outra língua além do português;
  • ler livros em inglês mostrando as figuras e conversando sobre a história e as figuras (não só lendo);
  • dar nomes aos bonecos em inglês - exemplo, chamamos o sapinho de pelúcia de "Mr. Frog";
  • conversar por telefone e Skype com amigos de outros países, que só falam inglês, e deixamos o bebê junto conosco, para escutar as conversas.
Descobrimos recentemente que o bebê aprende outras línguas muito mais efetivamente com interações humanas. Isto significa que, entre ele escutar duas pessoas conversando em outras línguas em um filme ou na vida real, ele vai absorver melhor se as pessoas estiverem ali, no mesmo ambiente que ele. Por isso, até hoje, não nos esforçamos muito para colocar ele para assistir TV. E por isso também que quando leio um livro para ele em inglês, também faço pausas e reconto o que estou lendo com minhas palavras, como se estivesse conversando com ele, ou converso sobre as figuras. Assim, ele participa mais ativamente da história - e eu também.
 
O cérebro do bebê está se desenvolvendo e é, neste momento, uma esponja pronta para absorver todo tipo de conhecimento e lógica à sua volta. Se desde cedo, insistirmos em ensinar a ele que existe mais de um idioma e que é fácil nos comunicarmos em outras línguas, estaremos dando um passo importantíssimo na formação da criança.
 
Bom, sabemos que o nosso inglês não é perfeito, que não pronunciamos do jeito 100% correto, mas e daí? O intuito é ampliar a capacidade de comunicação, desenvolver as conexões cerebrais para outras línguas e, neste ponto, ter algum sotaque ou vocabulário limitados não pesam contra o nosso objetivo final.
 
Pedimos também para os bisavós tentarem falar com ele sempre em alemão. Eles conversam e cantam músicas para ele, tudo em alemão. Mesmo que ele não consiga aprender a língua dessa forma, vai se acostumando com os sons diferentes.
 
Ouvimos de outras pessoas e já vimos exemplos de crianças bilíngues, trilíngues, que demoram um pouco mais para começar a falar. Algumas também ficam confusas, falam idiomas misturados... No problem! Conforme a criança vai se desenvolvendo e convivendo com outras pessoas, ela vai começar a discernir em que situação - e com que pessoa - usar cada idioma.
 
Além disso, desde cedo, a criança vai saber quais palavras são iguais e têm o mesmo sentido em línguas diferentes. Depois disso, vai vendo as palavras que são iguais, mas têm sentido diferentes (falsos cognatos) e, junto a isso, as palavras que não se repetem entre línguas diferentes. Aprender falsos cognatos torna o aprendizado de novos idiomas mais difícil para adultos, mas se começarmos desde crianças, mais fácil fica de se entender.
 
Por enquanto, essas são as estratégias que estamos usando para ensinar inglês para o bebê. Surgindo mais ideias, vamos postar por aqui.
 
Se quiser saber mais, visite este blog, que tem um conteúdo bem extenso sobre como criar filhos bilíngues: http://filhos-bilingues.blogspot.com.br


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Parto normal x cesárea - vantagens e desvantagens

Parto normal x cesárea: Vantagens e desvantagens
Eu quero parto normal! Sempre que pensava em gravidez e parto, eu pensava que iria optar pelo parto normal (com anestesia epidural).

Na minha cabeça, a primeira coisa óbvia que questiono é o seguinte: a cesariana é uma forma artificial de trazer a criança ao mundo. Você vai ter a barriga cortada e nela será criado um buraco - mas você já tem esse buraco, em outro lugar :)

Me incomoda também que a cesárea é uma cirurgia e tem sim seus riscos (para a mamãe e para o bebê). Há muitos medicamentos envolvidos - são tantos remédios que se tomam depois que não se sente mais muita dor no pós-operatório. Ainda assim, a recuperação da mulher é muito mais demorada, quando se compara com o parto normal. A mulher sai da maternidade e alguém vai ter que ajudá-la a se sentar, deitar, levantar, ir ao banheiro... Como o útero diminuiu de tamanho consideravelmente, a barriga fica cheia de gases e flácida, e dói. Então não dá para andar muito. Além disso, a região do corte dói um pouquinho também... e é neste mesmo momento que você tem um bebê na mão para cuidar, amamentar, dar colo, dar banho etc.

Por outro lado, a cesárea é cômoda. Rapidamente o bebê é "retirado" e você não precisa passar por todo aquele estresse do trabalho de parto (no caso de quem já marca a cesárea desde cedo).

Há também a possibilidade da mulher esperar o trabalho de parto para então fazer a cesárea. Ainda que não tenha um parto normal, é bom a mulher entrar em trabalho de parto por alguns motivos: primeiro que você tem certeza de que o bebê está realmente pronto, e acho isso legal pois não há a insegurança de que você está "tirando" ele antes da hora. Além disso, naturalmente diversos hormônios serão produzidos/liberados pelo seu corpo e ajudarão no parto e depois dele. Por exemplo, a ocitocina que é o hormônio que faz o colostro (primeiro leite) começar a sair. Quem faz cesárea tem ocitocina artificial injetada na veia. Acho isso estranho - um hormônio que seu corpo produz naturalmente ser produzido em uma fábrica e depois injetado em você, como se fosse um remédio.

Outra coisa é que quem faz cesárea muito cedo corre maior risco de ter baby blues (melancolia pós-parto), ou pior que isso, a depressão pós-parto.

Não considerei para mim o parto natural (sem anestesia) nem o domiciliar (em casa), por dois motivos: 1- não me informei sobre ; e 2- eu não queria ter o risco de sentir a dor do parto. Passar pelo trabalho de parto e ter o normal com anestesia já seriam "sofrimento" suficiente para mim. Conheço muitas mulheres que tiveram parto natural e algumas delas falam que não sentiram dor. Pelo que entendi, não é garantido que vá haver dor... E mesmo quando há, a mulher esquece assim que vê o filho após nascer :) É interessante... Vou me informar melhor numa possível próxima gravidez e então quem sabe penso nisso?

Aprendi bastante sobre parto normal, parto natural, parto humanizado, parto domiciliar X cesárea quando assisti ao excelente documentário “O Renascimento do Parto – o Filme”. Recomendo muito. O site deles é http://www.orenascimentodoparto.com.br/